Ácido Cinza

Games, filmes, séries, cultura pop e redundância.

Garimpar é preciso… pt.1

Dias atrás estive em uma festa na casa de uma das amigas de trabalho da minha esposa, sabe aquele tipo de festa onde só as mulheres se conhecem e formam aquela panelinha em uma das mesas pra conversarem do trabalho e fofocarem sobre a roupa brega da nova secretária, o silicone exagerado da amiga que não apareceu na festa ou como o novo gerente de departamento é um “ridículo e cavalo” (palavras delas)?

Os homens, em contrapartida, mal se conhecem ou nunca se viram e a conversa não pode ser mais entediante… fala-se de futebol, trabalho e carros. Impressionante como todos entendem de todos os carros e seus sistemas de freios, arrefecimento, potência do motor em todas as unidades (CV, HP, N, kgf…), aros das rodas, etc, mas no fundo todos dirigem Palio, Gol, Celta, todos equipados com motor  1.0 e financiados em 60x pelo banco Panamericano.

Toda essa falsidade e falta de interesse entre as pessoas só pode ser aliviada por alguma distração ou algo que os façam falar menos e aí que o maior problema acontece: Alguém arruma um radinho portátil e junto com ele aquele bendito case de CDs. Só de olhar pra seleção de CDs nesses cases já me da arrepios. Eu aposto com qualquer ser humano na Terra 1 ano do meu salário que vou encontrar mais ou menos os seguintes ítens lá dentro:

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Rokko-chan: Eu que não amo você

Peguei pesado no título, mas enfim (dizem que eu sou o sucessor do Humberto Gessinger em aliterações, amigos acidistas avidamente avaliando a autenticidade atrevida dessa afirmativa). Mas é claro que o pessoal mais voltado pro lado “Mega Man” ou indie game das coisas (ou o lado menos nerd inútil já que o Luiz tá por aqui agora) que visita o blog ouviu falar do jogo, que saiu lá pelo finzão de Dezembro passado, um clone de Mega Man em flash chamado “Rokko-chan”.

Eu joguei o jogo de cabo a rabo um pouco depois de ter saído e… bem… claro que teve nego melando a cueca, afinal na internet você acha o pessoal melando a cueca por qualquer coisa, até mesmo de maneira literal e até por facehugger nascendo (hã… esqueçam essa analogia), mas comigo… olha, não rolou o sentimento feeling, apud Unidos do Inglês Mané.
Podem ficar tranquilos, não tem mais analogias pertubadoras pro resto do artigo.

Obsolescência Programada

Boa noite, meu nome é Luiz Gustavo, essa é meu primeiro encontro aqui no Ácido Cinza e eu gostaria de dizer a todos que estou muito feliz de estar aqui ajudando o compadre Shin, compartilhando este meu testemunho dizendo a todos que estou há 32 dias sem impressora.
Não, não sou um impressor (ou seria imprimidor?) compulsivo e muito menos tenho qualquer desejo latente de destruição da máquina como muito bem representado no filme “Como Enlouquecer Seu Chefe”(Office Space), aliás, muito pelo contrário, apesar da minha ex-impressora (atual peso de papel) ter alguns anos de vida, eu sempre cuidei muito bem dela; mantendo-a sempre coberta, limpando a poeira antes das impressões, fazendo limpeza dos bicos de impressão,etc, além disso, nunca troquei nenhum dos cartuchos, tanto o colorido quando o preto, são os mesmos que vieram na compra da impressora, ou seja, o fato dela ter sido tão bem cuidada e tão pouco aproveitada é o que me deixou irritado e um pouco desconfiado.
Enfim, após ter ganho esse magnífico peso de papel HP (agora poderia ser a abreviatura de Heavy Peeble), comecei a garimpar na internet sobre o motivo que leva os produtos de hoje em dia a durarem tão pouco. Entre os interessantíssimos artigos sobre estupro na TV, gente viajando pro Canadá e fotos de animais mortos ou fazendo churrasco em lajes nas redes sociais eu me deparei com um termo relativamente antigo porém, pouco conhecido: “Obsolescência Programada”.

Explicação do termo "obsoleto" segundo as empresas

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O pior filme do mundo

Muitas vezes viro e pergunto pra qualquer alma incauta que esteja conversando comigo qual o pior filme que já viram na vida. Uns metem longe algumas pérolas do Cine Trash. Outros do gênero “Não quero papo com mídia corporativista burguesa” que acham que o cinema tem que ser edificante a condição humana com termos pescados do dicionário falam qualquer coisa do Michael Bay, ou qualquer blockbuster pipocão que tenha por aí. No máximo rola um “The Room”, de Tommy Wiseau.

Escolhas risíveis quando há o clássico da ruindade “Manos” The Hands of Fate.

O Mestre não aprova pessoas que não leem o artigo inteiro.

O que eu joguei em 2011

Com o timing mais atual que um relógio analógico quebrado que funcionava a base de pilhas posto pra despertar em horário de verão, eis aqui a minha lista.

Vou tentar fazer uma linha do tempo mas minha memória também está comparável ao meu timing. Logo… um post bem grande depois do corte.
Fica, vai ter bolo!

Grandes Desaparecimentos Não Solucionados dos Videogames #2: Wily, Dr. Wily

Bem que eu queria fazer algo “curto e doce” (eu sei, eu sei, mas “short and sweet” não tem uma tradução boa em Português. Além do que ninguém quer ser grosso com o Poderoso Goro) como AS SETE ESPOSAS DE GORO, não é assim que a banda toca para o sumiço do Dr. Albert Wily. Acho que ele tinha uma letra no meio do nome mas olha foda-se.

O angu começou em 1994 quando em Rockman X2 (sim, na versão Japa) Saiba mais

Adeus, Shingo Araki

Shingo Araki faleceu hoje no Japão. Maiores detalhes não foram dados, mas veículos franceses (com quem o artista mantinha um vínculo especial) que não teriam motivo para fazer um repeteco das 100 mortes de Akira Toriyama todos o noticiam.

Araki tinha mais de 70 anos e uma longa carreira que além dos óbvios animes incluam character designing para jogos japoneses que estavam embrenhando na era das cenas animadas como o PC-Engine CD, realizando o design do jogo “Burai” e suas sequências e ports, e trabalhando também em produções americanas co-produzidas com o Japão como o filme de G.I. Joe.

Para o Brasil é o óbvio: uma geração inteira foi cativada pelo traço harmonioso e elegante do artista que foram a força guia dos designs de Cavaleiros do Zodíaco. Uma grande perda para o mundo da animação. Ficam os agradecimentos e os sentimentos para a família de um artista talentosíssimo.

Grandes Desaparecimentos Não Solucionados dos Videogames #1: Seu Goro e suas 7 esposas

Cadê elas, seu Boon? É bom elas aparecerem no MK10 e  fechar esta drástica lacuna de continuidade essencial pra compreensão da mitologia Mortal Kombatiana!

Keiji Inafune: o mártir?

Se depois da tempestade vem a bonan(z)ça o que dizer da tempestade (de bosta) que ainda não passou que é um combo de Mega Man Legends 3 e a saída de Inafune da Capcom. Ficou particularmente notável como certos lugares por aí aludem ao cara como um mártir, um pobre coitado que perdeu seu filho quando pagava a pensão pra uma corte judicial maldosa e zzzzzzzz (esses Zs não são de Zero)…

…quê?

Te juro que com tudo que tá acontecendo, são os fãs dele que precisam ‘deal withar’.

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Depois da tempestade vem a bonanza, bonança, dane-se

Pois é miogs, o ditado é VERDADEIRO. Depois que terminei The Revenge of Torgo uma coisa embicou na outra e ficou fora de mão mandar um “olá, estou vivo” que seja da vida pro Ácido. Na verdade eu fico meio que pensando o que fazer do blog já que é foda você ter jogo de cintura em tentar sobreviver + analisar jogos se for o caso + fazer os seus próprios, já que Revenge of Torgo não é a única coisa em que venho trabalhando.

Mas mais hora menos hora vocês vão ver mais palavrões expletivos redundantes ofensivos sobre coisas de cultura nerdyka aqui, disso vocês não precisam ter a menor dúvida. De repente com mais vídeos, sei lá. Estamos pensando. E como sou uma única pessoa, isso caracteriza síndrome de Venom.

Então como diria Joe Quesada, pioneiro na arte da TROLLAGEM JEITO MOLLEKE:

Keep reading.

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