Ácido Cinza

Games, filmes, séries, cultura pop e redundância.

Novos Mares

Sempre aprendemos na escola, ouvimos nossos pais ou lemos por aí que a leitura é um hábito importante e que devemos deixar de lado um pouco a TV e buscar um pouco de cultura nas páginas dos livros. Eu concordo com isso e apesar de um pouco piegas, aquelas frases como “Leitura exercita a imaginação” ou “a leitura nos transporta para outros mundos” é um pouco verdade

Muito se discute sobre o que deve ser lido hoje em dia, será que ler a chatíssima saga Crepúsculo, ou os romances açucarados da Danielle Steel, Sidney Sheldon são realmente interessantes para exercitar a imaginação e levar um pouco de cultura para todos? Eu tenho minhas dúvidas quanto a isso, mas, apesar de não ser fã da maioria dos Best Sellers dos dias de hoje, eu ainda acho que ainda é melhor do que sentarmos na frente da TV pra assistir BBB, novelas ou quaisquer programas da RedeTV e SBT (não, não adianta falar do Chaves, pode até ser legal, mas ninguém mais aguenta assistir aquele pessoal causando altas confusões em Acapulco, todos falam, mas ninguém mais assiste).

Acredito que a grande maioria das pessoas gostaram ou tem um certo interesse nas histórias do Indiana Jones, já ouviram falar ou já assistiram os programas e as viagens de Jacques Custeau pelos mares e com certeza já pelo menos ouviram falar do Capitão Nemo e seu submarino Nautilus no livro Vinte Mil Léguas Submarinas do Julio Verne. Tempos atrás descobri um autor pouco conhecido aqui no Brasil que consegue reunir nos seus livros um pouco dos elementos de cada um dos citados acima, seu nome é Clive Cussler e ele possui atualmente mais de 20 livros escritos nas mais diferentes linguas.

 

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♫♪Seeegaaa…♪♫

Eu sempre fui um apaixonado em video games em geral, desde meu début  em um Telejogo brincando tardes e mais tardes com meus primos na casa da minha avó com o famoso jogo Pong, aquele aparelho gigantesco ligado numa televisão preto e branco Colorado era tudo o que um moleque de 5 anos poderia querer.

Meu primeiro videogame mesmo foi um Atari 2600 e lembro de quase ter queimado a televisão do meu quarto no dia em que o ganhei, simplesmente por ter jogado Atlantis, River Raid  e Enduro por mais ou menos umas 12 horas seguidas. Dali pra frente segui a evolução natural, ganhei um Master System III, algum tempo depois um Super Nintendo e por fim um Mega Drive III e seu famigerado add-on, o SegaCD.

Telejogo rodando Pong, um dos seus maiores sucessos (ou o único)

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Garimpar é preciso… pt.1

Dias atrás estive em uma festa na casa de uma das amigas de trabalho da minha esposa, sabe aquele tipo de festa onde só as mulheres se conhecem e formam aquela panelinha em uma das mesas pra conversarem do trabalho e fofocarem sobre a roupa brega da nova secretária, o silicone exagerado da amiga que não apareceu na festa ou como o novo gerente de departamento é um “ridículo e cavalo” (palavras delas)?

Os homens, em contrapartida, mal se conhecem ou nunca se viram e a conversa não pode ser mais entediante… fala-se de futebol, trabalho e carros. Impressionante como todos entendem de todos os carros e seus sistemas de freios, arrefecimento, potência do motor em todas as unidades (CV, HP, N, kgf…), aros das rodas, etc, mas no fundo todos dirigem Palio, Gol, Celta, todos equipados com motor  1.0 e financiados em 60x pelo banco Panamericano.

Toda essa falsidade e falta de interesse entre as pessoas só pode ser aliviada por alguma distração ou algo que os façam falar menos e aí que o maior problema acontece: Alguém arruma um radinho portátil e junto com ele aquele bendito case de CDs. Só de olhar pra seleção de CDs nesses cases já me da arrepios. Eu aposto com qualquer ser humano na Terra 1 ano do meu salário que vou encontrar mais ou menos os seguintes ítens lá dentro:

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Obsolescência Programada

Boa noite, meu nome é Luiz Gustavo, essa é meu primeiro encontro aqui no Ácido Cinza e eu gostaria de dizer a todos que estou muito feliz de estar aqui ajudando o compadre Shin, compartilhando este meu testemunho dizendo a todos que estou há 32 dias sem impressora.
Não, não sou um impressor (ou seria imprimidor?) compulsivo e muito menos tenho qualquer desejo latente de destruição da máquina como muito bem representado no filme “Como Enlouquecer Seu Chefe”(Office Space), aliás, muito pelo contrário, apesar da minha ex-impressora (atual peso de papel) ter alguns anos de vida, eu sempre cuidei muito bem dela; mantendo-a sempre coberta, limpando a poeira antes das impressões, fazendo limpeza dos bicos de impressão,etc, além disso, nunca troquei nenhum dos cartuchos, tanto o colorido quando o preto, são os mesmos que vieram na compra da impressora, ou seja, o fato dela ter sido tão bem cuidada e tão pouco aproveitada é o que me deixou irritado e um pouco desconfiado.
Enfim, após ter ganho esse magnífico peso de papel HP (agora poderia ser a abreviatura de Heavy Peeble), comecei a garimpar na internet sobre o motivo que leva os produtos de hoje em dia a durarem tão pouco. Entre os interessantíssimos artigos sobre estupro na TV, gente viajando pro Canadá e fotos de animais mortos ou fazendo churrasco em lajes nas redes sociais eu me deparei com um termo relativamente antigo porém, pouco conhecido: “Obsolescência Programada”.

Explicação do termo "obsoleto" segundo as empresas

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